Com os exames médicos concluídos e o contrato finalizado, não tardou para que Renato Cajá fosse apresentado no Goiás. A primeira coletiva do atleta, ex-Ponte Preta, com a camisa esmeraldina foi nesta terça, dia 24.
Cajá, de 33 anos, quer mostrar o seu valor no clube goiano. O meia criticou a rotulagem que é bastante dada no Brasil para jogadores acima dos 30 anos, e garantiu ter capacidade para superar essa situação.
Giovanni quer Goiás com “cabeça no lugar”!
“Só tenho que passar por cima dos rótulos que são dados para os atletas com mais de 30 anos. Já mostrei várias vezes a qualidade que eu tenho, não tenho o que provar a ninguém. O Goiás será uma porta para que eu possa fazer um grande campeonato e voltar à Série A. Esse é o objetivo, e tenho certeza que vamos cumprir isso. Infelizmente, no Brasil, se rotula muito jogador acima de 30 anos”, comentou.
Sem atuar por nenhuma equipe em 2018, Renato garantiu ter treinado durante todo o período. Mesmo assim, o atleta confessou que a falta de ritmo de jogo pesa bastante e estipulou o prazo de 10 dias, em ritmo de pré-temporada, para que sua condição seja próxima da ideal.
A transição de um meia armador, acima dos 30 anos, para a posição de segundo volante tem se tornado corriqueira no futebol. Mas isso não irá acontecer com Cajá, pelo menos é o que assume o atleta. O meia citou em qual situação pode render mais, embora tenha dado prioridade as escolhas de Hélio dos Anjos.
“Meu pensamento é jogar como sempre joguei. De forma mais central no campo, sem posição fixa. Gosto de pegar a bola de lado e fazer a jogada. Se o Hélio puder me usar dessa forma, vou poder render muito mais. Mas estamos dispostos a fazer o nosso melhor pela equipe. Para que o Goiás se sinta mais confortável e bem”, afirmou Cajá.