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quinta-feira, maio 7, 2026
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Veja como foi: Vôlei Mais Itumbiara 2×3 Prevemerd Vôlei – Superliga C masculina –

Único representante goiano na Superliga C masculina, o Vôlei Mais Itumbiara entra em ação diante do Prevemerd Vôlei, pela segunda rodada da competição. Assista ao vivo e com imagens.

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Veja como foi o desempenho das equipes femininas nesta quinta-feira (10)

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Veja como foi: Mais Vôlei Brasília 1 x 3 Lona Vôlei – Superliga C feminina

Acompanha as emoções das equipes goianas no terceiro dia de SuperLiga C feminina! O Lona vai a campo diante do Mais Vôlei Brasília.

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Veja como foi: Ace Open Sports 1×3 Vila Nova/Universo

 
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Golaço de goleira do Flugoiânia marca a rodada do sub-13 da segunda divisão

Foto: Flugoiânia

Na última terça-feira (08), foi realizada a sexta rodada da Copa Goiás sub-13 da segunda divisão. Laurinda, goleira do Flugoiânia, foi o grande destaque, marcando golaço de falta na vitória por 3×0 sobre o Belavistense. Império, Desportivo Real e Goiânia também venceram. 

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No Geraldo Felipe, o Flugoiânia visitou o Belavistense e venceu por 3×0, em jogo válido oelo Grupo A. Laurinda, de falta, João Reis e Pablo marcaram os gols da vitória.

No Valdeir José de Oliveira o Império Visitou o Goianésia e venceu por 3×1 com gols de Mateus Felipe(2x) e Geanderson. Davi descontou para os donos da casa.

Já no grupo B, o Desportivo Real recebeu o Apec no CT Amarildo e venceu por 1×0 com gol de Samuel. Na Vila Olímpica, o Goiânia bateu o Olímpio por 2×1. Lucas Antônio e Lucas Gabriel marcaram os gols da vitória do Galo, e Célio Henrique, contra, anotou para o time visitante.

Classificação

Grupo A
1° – Império – 12pts/5J
2° – Flugoiânia – 10pts/5J
3° – Bela Vista – 10pts/4J
4° – A.E. Goianésia – 3pts/5J
5° – Belavistense – 0pt/5J

Grupo B
1° – Desportivo Real – 15pts/5J
2° – Goiânia – 6pts/5J
3° – Olímpio – 6pts/5J
4° – Araguaia – 4pts/4J
5° – Apec – 2pt/5J

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Por conta do clássico, goleiro e volante podem ser desfalques do Vila no Aspirantes

Foto: Roberto Corrêa / Vila Nova F.C.

Na noite desta quinta-feira (10), o Vila Nova enfrenta o Red Bull Bragantino pela 3ª rodada do Brasileirão de Aspirantes. A bola rola às 18h, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. Para o confronto, o colorado não deve contar com duas peças fundamentais do time titular: O goleiro Vitor Hugo e o volante Du Fernandes.


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Na ocasião, os dois atletas devem ficar fora da partida por conta do clássico contra o Goiás na Série B. Devido às suspensões e lesões na equipe profissional, ambos ficarão como opções no banco de reservas, a princípio. Até então, na competição sub-23, Vitor Hugo completou dois jogos sem levar gols, enquanto Du Fernandes está sendo o capitão do time.

Todavia, o lateral-direito Fábio e o atacante Everton vão para a partida em solo paulista. O defensor, inclusive, nem pode jogar o clássico, pois está suspenso devido ao cartão vermelho que levou na derrota para o Mirassol. Já o ponta, até o momento, fez apenas uma partida pelo profissional, e vem sendo mais aproveitado no time de aspirantes.

Atualmente, o Tigrão está invicto na liderança do grupo B, com seis pontos. Os goianos chegam ao confronto após vencer o Criciúma por 2×0, no Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA). Por outro lado, o Massa Bruta ocupa a 5ª colocação do grupo, e possui três pontos. A equipe vem de uma derrota para o Santos por 2×1, no CT Rei Pelé.

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Atlético-GO corre o risco de fazer sua pior campanha na história da Série A

Foto: Ingryd Oliveira / ACG

Após a derrota para o Criciúma na 29ª rodada, o Atlético-GO ganhou cerca de duas semanas de preparação devido à Data FIFA. Contudo, tal período será muito importante para o rubro-negro, que corre o risco de fazer sua pior campanha na história da Série A. No momento, o marco negativo pertence à edição de 2012, quando o time terminou o campeonato na 19ª colocação, e fez apenas 30 pontos.


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Na ocasião, os atleticanos ainda foram melhores do que o Figueirense, que terminou a edição de 2012 na lanterna (20º lugar), com a mesma pontuação. Todavia, na atual temporada, a equipe ocupa justamente a última colocação da tabela, e até então, somou apenas 21 pontos. Ou seja, para não superar o recorde negativo, os goianos precisam de, no mínimo, mais três vitórias em nove jogos restantes.

Em 2012, o Atlético-GO obteve sete vitórias, nove empates e 22 derrotas durante a campanha. Já em 2024, nas 29 partidas que disputou, o clube conquistou cinco triunfos, seis empates e 18 derrotas. Além disso, ainda em 2012, o time teve a segunda pior defesa do torneio, com 67 gols sofridos. Neste ano, o rubro-negro detém o marco de ser o mais vazado da competição, pois já levou 47 gols.

O Atlético-GO volta a campo apenas na sexta-feira (18), contra o Cuiabá, pela 30ª rodada da Série A. O jogo começa às 19h, no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia. Atualmente, ambas as equipes estão na zona do rebaixamento (Z-4). Porém, o Dragão se encontra em 20º lugar, com 21 pontos, enquanto o Dourado ocupa a 19ª posição, e possui 26 pontos.

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Goiás inicia venda de ingressos para o clássico contra o Vila Nova; veja os valores

Foto: Isabela Azine / EG

No domingo (13), Goiás e Vila Nova se enfrentam em um clássico decisivo, pela 31ª rodada da Série B. A bola rola às 18h30, no Estádio Hailé Pinheiro (Serrinha), em Goiânia. Com a expectativa de ter casa cheia, o esmeraldino iniciou a venda dos ingressos para o público na manhã desta quinta-feira (10).


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Na ocasião, os valores das Cadeiras são R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada). No Tobogã, os bilhetes custam R$30 (inteira) e R$15 (meia). Já no Espaço Família e no Setor 03, os preços são iguais aos da arquibancada principal. Todos os torcedores que comparecerem ao estádio com a camisa do Goiás, terão direito aos valores das meias-entradas.

Vale lembrar que, por ser o time mandante, apenas a torcida do alviverde pode comparecer ao duelo. Além disso, dessa vez, a venda física de ingressos não vai acontecer no domingo, dia da partida. Os bilhetes podem ser adquiridos pelo site oficial do clube, ou de quinta até sábado, das 09h às 17h, nas bilheterias da Serrinha.

Atualmente, o Verdão se encontra na 11ª colocação, com 41 pontos. O time vem de uma vitória contra o Santos, por 3×1, também no próprio estádio. Em contrapartida, o Tigrão está na 6ª posição da tabela, e possui 46 pontos. A equipe chega ao clássico após perder para o Mirassol fora de casa, por 1×0.

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Itumbiara estreia com derrota para o Brasiliense na Superliga C masculina de vôlei

Foto: Davidson Courlan / Vôlei Mais Itumbiara

Na tarde de quarta-feira (09), o Vôlei Mais Itumbiara foi derrotado pelo Brasiliense por três sets a zero, pela 2ª rodada da etapa Centro-Oeste da Superliga C. As parciais do confronto foram 16×25, 18×25 e 15×25. Agora, a equipe terá mais três partidas para tentar buscar o acesso, seja direto ou através da repescagem, caso fique em 2º lugar.


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Vale lembrar que a competição ocorre em uma etapa única de pontos corridos, uma vez que possui cinco participantes na região Centro-Oeste. Dessa forma, os goianos ganharam folga na 1ª rodada, e por isso, só estrearam uma depois. O torneio começou na terça-feira (08) e vai até sábado (12), no Ginásio do Cruzeiro, em Brasília.

Atualmente, o time de Itumbiara se encontra na 4ª colocação da tabela, sem pontos somados. O próximo compromisso da equipe no campeonato é contra o Prevermed Vôlei nesta quinta-feira (10), às 17h30. O adversário, no momento, está na lanterna da competição (5º lugar), e também não conquistou nenhum ponto até então.

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Lona vence o Campo Grande no tie break e segue invicto na Superliga C feminina de vôlei

Foto: Divulgação / Lona Voleibol

Na noite de quarta-feira (09), o Lona Voleibol venceu o Campo Grande Vôlei por três sets a dois, pela 2ª rodada da etapa Centro-Oeste na Superliga C feminina. A vitória das goianas veio no tie break, após elas saírem atrás no placar de sets duas vezes. As parciais da partida foram 23×25, 25×17, 22×25, 25×23 e 16×14.


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Dessa forma, o Lona manteve a invencibilidade no campeonato, e encaminhou a classificação às semifinais. Além disso, a equipe permaneceu na liderança do grupo A da competição, com seis pontos conquistados. No encerramento da fase classificatória (3ª rodada), as goianas vão enfrentar o Mais Vôlei Brasília. A partida começa às 15h30, no Ginásio do Círculo Militar, em Campo Grande.

Por outro lado, o time da casa encara o Ascade-DF na 3ª rodada, em um duelo direto pela classificação, às 19h. No momento, a equipe sul-matogrossense ocupa a vice-liderança do grupo A, com três pontos somados em dois jogos. Já o adversário de Brasília se encontra na 3ª colocação, com a mesma pontuação, mas perdendo nos critérios de desempate.

No grupo B do torneio, Vila Nova/Universo e Ace Open Sports também representam o estado na competição. Atualmente, ambos estão nas duas primeiras colocações, respectivamente. Na 3ª rodada, o Vila encara o Brasiliense Vôlei às 17h, enquanto o Ace enfrenta o Real Brasiliense às 14h.

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As ligas de vôlei do Brasil estão se tornando mais populares?

Ao vivo: Goiás x Manaus - 1ª rodada da Superliga B de Vôlei Masculino
Foto: Reprodução/NSports

O Brasil é um gigante no cenário do vôlei mundial. E as conquistas da modalidade ao longo das décadas falam por si. Apenas nas Olimpíadas, encontro dos maiores esportes do planeta, foram nada menos do que 36 medalhas. Nada mal para um país que, até o começo dos anos 90, não tinha medalhas na modalidade.

Inclusive, uma das três únicas medalhas de ouro conquistadas pela delegação brasileira em Paris, em julho passado, foi justamente com o vôlei. Ana Patrícia e Duda conquistaram a medalha após baterem a dupla da Letônia na final. Com isso, o esporte que trouxe sua primeira medalha nos Jogos de Atlanta, 30 anos atrás, chegou à 14ª conquista dourada.

Além disso, não é apenas nos Jogos Olímpicos que o Brasil é um gigante do vôlei de praia. O país também é o maior campeão do circuito mundial, com 11 títulos no total.

O sucesso do vôlei brasileiro também se reflete nas quadras. Vôlei masculino e feminino, juntos, já conquistaram um total de 12 medalhas olímpicas, com 6 medalhas para cada lado. Entre as medalhas, destaque para o primeiro ouro, em 1992, em Barcelona, conquistado pela seleção masculina quando o vôlei era ainda uma aposta no Brasil.

Nos jogos seguintes, a seleção feminina mostrou que a modalidade crescia no país. Trouxe de Atlanta o bronze com Ana Flávia, Ana Moser e Ana Paula. Daí em diante, o vôlei brasileiro de quadra só cresceu. Vieram mais 2 ouros, 3 pratas e 6 bronzes. No circuito Mundial, são três títulos. E, apesar de a seleção feminina de vôlei ainda não ter sido campeã do Mundo, terminou em segundo lugar em três edições, além de ter obtido um terceiro lugar em 2014. Só ficou de fora do pódio em 2018.

Essas medalhas e títulos são uma prova de que o vôlei é um esporte que encontrou caminho em meio a um domínio quase total e completo do futebol. Entre esses caminhos, destacamos as ligas nacionais, que, com investimento de grandes empresas, se tornaram o palco da modalidade no país.

Superliga e Circuito Brasileiro de Vôlei

A Superliga é o principal campeonato de vôlei de quadra no Brasil e um dos torneios mais competitivos do mundo. Especialmente, pelo número de equipes em disputa. São 12 equipes que disputam o título, anualmente. O formato segue o mesmo padrão das temporadas europeias, com início em julho de cada ano.

Equipes como APAN/Roll-on, Vedacit/Vôlei Guarulhos, Itambé/Minas, Montes Claros/América Vôlei, Sada Cruzeiro Vôlei, Sesi-Bauru, Vôlei Renata/Campinas, Farma Conde/São José, Araguari Vôlei, Suzano Vôlei e Joinville Vôlei fazem ao longo do ano disputas emocionantes que levam o público à loucura.

Público esse que tem demonstrado um crescimento significativo nos últimos anos. Alguns jogos atraem até 10 mil espectadores para as arenas. O público cresce ainda mais em finais e confrontos decisivos. Esse grande número de espectadores vem sendo puxado pelo alto valor de investimento em infraestrutura, um valor custeado pela crescente presença de patrocinadores que contribuem com os times e com a própria liga. Afinal, são atraídos, em grande escala, pelo retorno de mídia que obtém.

Na última temporada, a Superliga superou os R$ 2 bilhões pela primeira vez na história. Foi um aumento de 33% em comparação à última temporada. Além disso, a modalidade se tornou mais lucrativa que o próprio futebol. As empresas que investem na Superliga tendem a ter mais retorno que aquelas que investem no futebol. Principalmente, por colocarem seu nome nos times patrocinados.

Não é apenas em quadra que o vôlei brasileiro faz sucesso. O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia (CBV) é um dos mais importantes do mundo. Foi do circuito que saíram as atuais número 1 do mundo, a dupla Duda Lisboa e Ana Beatriz. As duas venceram os Jogos Olímpicos de Paris 2024. E, nos Jogos Olímpicos, a dupla demonstrou ao mundo porque é uma das maiores da história.

Inclusive, a própria Duda Lisboa e Ana Beatriz venceram o Campeonato Brasileiro em 2023. Um ano depois, confirmaram aos olhos do mundo o porquê de o país ser referência mundial quando o assunto é vôlei de areia. Além disso, a dupla brasileira ocupa a primeira posição no ranking da FIVB, principal federação global do esporte.

No masculino, o Brasil também é um país dominante. Apesar de ter ficado de fora do pódio em Atenas, é um país que está acostumado a brilhar no topo. Tivemos a primeira dupla campeã do mundo, em 1997, com Rogério Ferreira e Guilherme Marques, quando o esporte começou a ser jogado internacionalmente.

O Brasil também é o país do voleibol

Como vimos, o vôlei cresceu muito nas últimas 3 décadas. Em um país onde quase só se fala em futebol, um esporte como o vôlei crescer, tornando-se referência até mesmo para patrocinadores, não é pouca coisa. O esporte também é muito praticado em escolas, praças e lugares públicos. Quase todo mundo que nasceu de 1990 para cá já jogou vôlei, porque o esporte está presente na grade de atividades da Educação Física.

Nas faculdades, o vôlei ocupa um lugar de destaque, até mais do que o próprio futebol. Foi do vôlei universitário, mais especificamente do Mackenzie, por exemplo, que surgiu a Gabi. A ponteira de 30 anos joga atualmente na Itália e é considerada a melhor do mundo na sua posição. Além disso, a existência de campeonatos regionais, como o próprio Campeonato de Vôlei Goiano, também são importantes para o crescimento do esporte.

Responsáveis diretamente pelo sucesso do esporte no país, as ligas de vôlei estão colhendo os frutos do bom trabalho. Nos últimos anos, têm se tornando cada vez mais atraentes para o público. Com as redes sociais transmitindo partidas em canais de mídia gratuita, muitos brasileiros costumam assistir e torcer pelo esporte.

E o público também atrai investidores. Devido aos valores altos cobrados pelas equipes de futebol, o vôlei tornou-se uma ferramenta de divulgação para muitas marcas em todo o Brasil e no mundo. Nesse ciclo virtuoso, o esporte vai se fortalecendo e fincando raízes mais profundas no país do futebol.

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O que esperar dos times goianos na reta final de suas competições

Foto: Pexels

As principais competições brasileiras estão chegando ao fim e já existem prognósticos para as equipes goianas. Atlético-GO e a luta contra o rebaixamento, Goiás e Vila Nova buscando o acesso à série A, entre outras equipes disputam posições importantes nas competições que participam.


Seja previsões relacionadas às chances de rebaixamento das equipes, ou análises de quem tem mais possibilidade de subir para a primeira divisão, é interessante conhecer os prognósticos para os próximos confrontos das equipes goianas.

Com isso, o torcedor já sabe o que a sua equipe precisa fazer se quiser conseguir o melhor desempenho na reta final da competição que participa.

Atlético-GO tem muita probabilidade de rebaixamento

O Dragão aparece como uma das equipes com maior probabilidade de rebaixamento para a Série A. As melhores odds da in2BET indicam que o Atlético-GO não é favorito para os seus confrontos na reta final do Campeonato Brasileiro.

Observando-se as últimas 5 partidas do Dragão na Série A, duas delas são contra equipes que lutam pelo título: Palmeiras e Fortaleza. Fora que 3 dos 5 confrontos serão realizados fora da casa do Atlético-GO.

Tudo isso cria um cenário extremamente desfavorável para a equipe goiana. Não é por menos que os matemáticos apontam ela como uma das principais candidatas não só ao rebaixamento, mas também a lanterna da Série A de 2024.

Vila Nova é goiano com maior chance de acesso

A campanha do Vila Nova na Série B rendeu ao clube goiano uma boa probabilidade de acesso à Série A na reta final da competição. Ao final da 29ª rodada, o Tigrão aparecia com mais de 45% de chances de subir para a primeira divisão do futebol nacional.

O desafio do Vila Nova é enfrentar diversas equipes que também disputam o acesso na reta final da Série B. A boa notícia é que o Tigrão tem confrontos contra 3 equipes que estão na parte de baixo da tabela durante as 3 rodadas finais da segunda divisão.

Caso vença, o Vila Nova consegue se aproximar do patamar de 64 pontos, pontuação que fez com que o Atlético-GO conseguisse o acesso para a Série A durante a Série de 2023 e uma das metas das equipes que disputam a segunda divisão deste ano.

Os maiores desafiantes do Vila Nova, na reta final da Série B, são Sport, Santos, Novorizontino e Mirassol. Correndo por fora estão Ceará e América-MG.

Goiás tem poucas chances de acesso

Ao final da 29ª rodada do Brasileirão Série B, o Goiás aparecia no ranking de probabilidade de acesso, só que com um dos menores percentuais da tabela de classificação. De acordo com analistas, as chances do Esmeraldino de conseguir o acesso para a Série A de 2025 eram de pouco mais que 1%.

A sequência de apenas uma vitória ao longo das rodadas 23 a 29 fizeram com que as chances do Goiás se aproximar do topo da tabela de classificação caíssem vertiginosamente. A distância do acesso à Série A passou a ser irrelevante, perto das chances de rebaixamento.

Devido a má campanha na reta final, o Goiás acabou aparecendo como um dos possíveis rebaixados para a Série C de 2025. Apesar de ter chances menores de 1% de ser rebaixado, o Esmeraldino sabe que precisa tomar cuidado, principalmente com os resultados obtidos por alguns de seus rivais na reta final da Série B.

Muitas coisas ainda podem acontecer na reta final das competições em que os times goianos participam, o que muda completamente as projeções e prognósticos para o futuro dessas equipes em seus respectivos campeonatos.

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