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quarta-feira, setembro 16, 2026
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Destino nas próprias mãos: Anápolis só depende de si para fugir do rebaixamento

Foto: Divulgação Anápolis

O Anápolis chega a última rodada da Série C fora da zona de rebaixamento e dependendo apenas de suas forças para evitar o rebaixamento. A vitória com gol no último minuto sobre o Confiança-SE, por 1×0, deu a possibilidade do Galo da Comarca evitar a queda no Jonas Duarte. 

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Na última rodada, o adversário será o Santa Cruz sábado (29), às 17h. Se vencer, o Galo estará na Série C em 2027, feito que pode até vir com um empate e ou uma derrota. Para isso ocorrer o Galo terá que torcer contra o Barra e Itabaiana. 

O Barra encara o Volta Redonda em casa, o time carioca que não rebaixa e não tem mais chances de classificação. O Itabaiana, também em casa, enfrenta o Botafogo-PB, que está classificado para a próxima fase e tenta apenas terminar na liderança geral. 

Se o Anápolis empatar, apenas um dos dois times podem vencer, mesmo cenário da derrota para o Santa Cruz. O Adversário do Galo ainda não está classificado, mas somente uma combinação de resultado pouco provável tira a Cobra Coral do G-8. 

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Com mudança, Roger Silva define o Atlético-GO para encarar o Botafogo-SP

Foto: Raphael Teixeira / ACG

O técnico Roger Silva definiu o provável Atlético-GO para encarar o Botafogo-SP, nesta terça-feira (25). O comandante ainda não conta com o lateral direito Ewerthon, com dores musculares. O jogador não atuou na última rodada no empate em 0x0 com o Londrina e segue como desfalque.

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Warley continua como titular na posição, outa mudança que o comandante vai realizar é a saída de Gustavo Maia para entrada de Henrique Freitas. Roger optou pelo jogador atuando na ponta, recuando Marrony para ser o camisa 10. 

Pelo que treinou durante os 11 iniciais deve ser: Paulo Vitor; Warley, Adriano Martins, Júnior Barreto e Guilherme Lopes; Leandro Vilela, Daniel Peixoto e Henrique Freitas; Marrony, Geovany Soares Gustavo Coutinho.

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Criticado por recuar o Goiás em Cuiabá, Mozart sai em sua defesa: “não foi decisão minha”

Foto: Rosiron Rodrigues / GEC

O técnico Mozart rebateu as críticas que sofreu da última partida diante do Cuiabá, no empate em 1×1 na Arena Pantanal. O comandante afirmou que não foi o responsável por recuar o time no segundo tempo, após estar vencendo por 1×0.

O professor pontou que o estilo de jogo do Dourado é que fez o Verdão abaixar as linhas em campo, mas não foi um pedido próprio do treinador.

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“Não foi uma decisão minha, a forma como o Cuiabá joga a pressão alta é sempre difícil de fazer. Explico o por que. O fato de jogar com três zagueiros e trazer os volantes muitos próximos, os dois atacante também próximos dos volantes nossos, ficam difícil subir a marcação. O fato do quadrado que eles tem no meio de campo, fica realmente difícil. Nós optamos por marcar no círculo central para trás para não dar espaço entre os nossos volantes e a nossa defesa. No primeiro tempo deu certo, recuperamos a bola com velocidade, fizemos até o gol. Na etapa final o que foi determinante foi que nós marcamos da mesma forma, mas entregamos a bola da mesma velocidade. Assim eles fizeram o gol de empate. Depois disso tivemos mais controle, giramos a bola, mas a partida ficou morna, sem chances. Lamento pelo gol que tomamos pois tínhamos 10 jogadores atrás da linha da bola, ai perdemos os pontos.”

O Goiás com o empate chegou a três jogos sem vitória na Série B, nas últimas rodadas antes do Cuiabá perdeu para Criciúma e Juventude. É o 10° colocado com 33 pontos e na próxima rodada encara o São Bernardo, sexta (28), às 19h30 na Serrinha.

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Guto Ferreira valoriza empate do Vila em Ponta Grossa: “ponto necessário”

Foto: Roberto Corrêa / Vila Nova

O técnico do Vila Nova, Guto Ferreira, afirmou que o empate com o Operário-PR precisa ser valorizado. O comandante frisou que sempre valoriza a análise pelo lado positivo da história, e que o ponto aproximou o Tigre da liderança da Série B. O Criciúma, líder, perdeu para o Fortaleza em casa por 1×0. 

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“Controlamos o jogo, procuramos vencer, criamos situações, não foram tantas, mas tivemos. Fizemos um gol anulado e bem anulado, em contrapartida, o Helton fez defesas controladas. Fico feliz por mais um jogo sem tomar gol ainda pela maneira como a equipe fez em campo, de controlar as ações do jogo. E é assim que vamos conseguindo somar os pontos necessários, o ponto de hoje lá na frente será muito mais comemorado do que hoje. Aos poucos estamos chegando, o Criciúma perdeu para o Fortaleza, agora são três pontos do líder. Sempre vejo pelo ponto da positividade e não negatividade.”

O Vila é o terceiro colocado com 41 pontos, o Criciúma o primeiro tem 44. Na próxima rodada o time de Guto Ferreira vai pegar o Ceará, no OBA, domingo (30), às 18h30. 

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A ciência da decisão no futebol: como a mente e o cálculo de risco moldam grandes atletas

Foto: Pexels (Franco Monsalvo)

O futebol de elite é lembrado pelos lances plásticos e pelo talento individual. No entanto, por trás de cada passe preciso ou finalização, existe um processo ágil e invisível de processamento de informações. Em frações de segundo, um atleta precisa avaliar o posicionamento dos companheiros, a reação da defesa e a distância do gol.

Essa capacidade de leitura de jogo separa os atletas medianos dos grandes nomes do esporte. Tomar decisões corretas sob intensa pressão física e psicológica exige um treinamento mental refinado. Trata-se de equilibrar a intuição lapidada pelos treinos com a avaliação fria dos riscos envolvidos em cada jogada.

Além disso, lidar com o erro faz parte da rotina em modalidades de alta competitividade. A resiliência para reestruturar o foco após uma falha e continuar aplicando a estratégia estabelecida determina a consistência de uma equipe ao longo de um campeonato inteiro.

Tomada de decisão sob pressão e psicologia esportiva

A pressão do tempo e a redução do espaço útil de campo transformaram o futebol moderno. Jogadores atuam cercados por adversários e precisam antecipar movimentos antes mesmo de receber a bola. Essa exigência contínua desgasta a capacidade cognitiva se o atleta não possuir preparação adequada.

Nesse contexto, o estudo do comportamento e do controle emocional tornou-se pilar central na preparação de equipes profissionais. A aplicação prática da psicologia do esporte ajuda atletas a gerenciarem a ansiedade e a tomarem decisões racionais mesmo nos momentos de maior tensão.

Essa mesma lógica de leitura de cenário e controle emocional sob pressão aparece em outras arenas competitivas, sobretudo nos esportes mentais. No xadrez, por exemplo, não basta conhecer como cada peça se movimenta pelo tabuleiro; a habilidade que separa os bons jogadores dos grandes está em antecipar os próximos lances do adversário e sustentar essa leitura por dezenas de jogadas.

O poker, por sua vez, exige um raciocínio parecido, mas soma uma camada extra de incerteza. Dominar a hierarquia das mãos de poker é só o ponto de partida. O verdadeiro diferencial aparece na consistência das decisões quando o ambiente muda a cada rodada e o tempo para pensar é curto.

Quando o aspecto mental está alinhado, o jogador reduz o tempo de reação e minimiza escolhas precipitadas sem importar o esporte em que está se desenvolvendo. A clareza de pensamento permite identificar lacunas na defesa adversária que passariam despercebidas por alguém sem o mesmo controle emocional.

Probabilidade e cálculo de risco: transformando estatística em ação

Embora o futebol retenha sua imprevisibilidade característica, o esporte contemporâneo apoia-se fortemente em dados quantitativos. Treinadores e analistas utilizam métricas avançadas para mapear probabilidades e identificar quais ações oferecem maior expectativa de retorno positivo.

Essa revolução analítica chegou a um novo patamar com o uso de inteligência artificial aplicada à análise tática. O Palmeiras, por exemplo, passou a utilizar o TacticAI, desenvolvido pelo Google DeepMind, para processar a movimentação contínua dos jogadores e antecipar dinâmicas de campo em tempo real.

Esse tipo de análise tática permite que comissões técnicas testem hipóteses com base em dados concretos, identificando padrões que dificilmente seriam percebidos a olho nu. O atleta em campo não faz cálculos matemáticos explícitos durante o lance, mas sua intuição treinada reflete essa noção de probabilidade. Escolher entre tentar o drible ou fazer o passe de segurança é, em essência, uma gestão constante de riscos e recompensas.

A evolução contínua e a construção da resiliência

Nenhum jogador atinge a maturidade tática e técnica sem passar por períodos de oscilação. A trajetória profissional é construída por meio da repetição diária, do aprendizado com derrotas e da capacidade de absorver críticas construtivas.

O amadurecimento permite que o atleta entenda seu papel tático e mantenha a regularidade mesmo diante de cenários adversos. Acompanhar a evolução do jogador ao longo das temporadas evidencia como a confiança acumulada e a experiência prática transformam potenciais talentos em peças fundamentais do elenco.

Essa resiliência mental garante que momentos difíceis durante noventa minutos sejam superados sem comprometer a estrutura da equipe. A mentalidade voltada para o aprendizado contínuo fortalece a tomada de decisão em partidas decisivas.

Paralelos estratégicos: da visão de campo às mesas de jogo

A lógica de análise de risco e leitura de cenário não é exclusiva dos gramados. Xadrez e poker, por exemplo, pedem o mesmo tipo de raciocínio sob pressão — avaliar várias variáveis ao mesmo tempo, antecipar o próximo movimento do adversário e decidir mesmo com informação incompleta. Desde 2024, aliás, o poker é reconhecido pela International Mind Sports Association como um esporte da mente, ao lado do xadrez, do bridge e do go.

Não é à toa que atletas de futebol recorrem a esses jogos como treino mental. O atacante egípcio Mohamed Salah, por exemplo, afirma jogar xadrez quase todos os dias como forma de manter a concentração afiada fora dos gramados, uma rotina que ajuda a treinar o controle emocional e a leitura de padrões, duas exigências que também aparecem no meio-campo.

No poker, bons jogadores raramente vencem por sorte. O que pesa é a paciência de esperar o momento certo antes de arriscar. A mesma leitura de cenário e controle de impulsos em campo separa uma jogada precipitada de uma decisão bem calculada.

A importância da revisão e do aprendizado constante

Após o apito final, o trabalho de aprimoramento continua por meio da análise criteriosa do desempenho. A revisão de vídeos e a avaliação individual de lances permitem identificar falhas de posicionamento e escolhas precipitadas que ocorreram durante o jogo.

Esse hábito de autocrítica cria um ciclo de feedback essencial para a evolução do atleta. Reconhecer onde o cálculo de risco falhou evita que o mesmo erro seja repetido em compromissos futuros.

Estrategistas e jogadores de sucesso utilizam a análise pós-jogo não para lamentar oportunidades perdidas, mas para ajustar processos. A correção sistemática de pequenos detalhes é o fator determinante para a manutenção de resultados elevados a longo prazo.

O equilíbrio mental como diferencial competitivo

O esporte de alto rendimento exige o alinhamento constante entre preparo físico, técnica e capacidade analítica. Quando as forças físicas se equivalem, a clareza mental e a precisão na tomada de decisão definem o vencedor.

Entender o cálculo de probabilidade, investir no fortalecimento psicológico e manter o compromisso com a evolução diária são pilares inegociáveis para quem busca o topo. No futebol e em todas as arenas estratégicas, a mente fria e disciplinada continua sendo o grande diferencial competitivo.

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Ciclismo e kart são novidades entre as modalidades do JUBs Goiás 2026

Foto: @trizsports (Instagram) / FGC

A edição 2026 dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) serão disputados em Goiânia e Trindade. Entre as 31 modalidades, duas vão estrear em solo goiano: ciclismo e kart, ambos na segunda semana, a partir do dia 1° de setembro.

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O ciclismo entra no “cardápio” do JUBs após uma parceria ter sido firmada entre a CBDU e a Confederação Brasileira de Ciclismo. Serão eventos de três categorias: velocidade, criterium pontuado e estrada em circuito.

Os universitários amantes da velocidade também vão ter o kart como opção. A modalidade estreia com disputas no Kartódromo Ricardo Santos, localizado ao lado do Autódromo Internacional de Goiânia. Os veículos serão definidos por sorteio, em igualdade de condições para os pilotos, com baterias femininas e masculinas.

A edição 2026 dos JUBs Goiás começa na segunda (24), com a Cerimônia de Abertura às 17h. As competições terão início na terça (25).

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Vila Nova tem gol anulado e empata sem gols com o Operário pela Série B

Foto: André Jonsson/OFEC

O Vila Nova ficou no 0 a 0 com o Operário neste domingo (23), no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, pela 24ª rodada da Série B. Em uma partida de poucas oportunidades, o principal lance foi o gol de Everton Galdino, anulado pelo VAR por toque de mão.

Com o empate, o Vila Nova chega aos 41 pontos e permanece na terceira colocação, sem possibilidade de ser ultrapassado nesta rodada. O Operário volta a pontuar, chega aos 36 pontos e segue na sétima posição.

Na próxima rodada, o Vila Nova recebe o Ceará no domingo (30), às 18h30, no OBA, em Goiânia. Já o Operário joga na segunda-feira (31), às 19h30, contra o Fortaleza, no Castelão.

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Como foi Operário x Vila Nova?

O Operário começou a partida mais insinuante e criou as primeiras chances. Aos 18 minutos, após cruzamento para a área, três jogadores do time paranaense apareceram livres para finalizar, mas o atacante furou e desperdiçou a oportunidade. O Vila respondeu pouco depois. Janderson tentou um cruzamento fechado, e a bola quase encobriu o goleiro Elias.

Ainda no primeiro tempo, o Vila Nova chegou a abrir o placar. Aos 34 minutos, Marquinhos Gabriel recebeu de Janderson pela esquerda e cruzou para a área. Entre três marcadores, Everton Galdino completou para as redes. O árbitro validou o gol, mas o VAR identificou toque de mão do atacante e recomendou a revisão. Após analisar o lance, o gol foi anulado.

Na segunda etapa, o Operário teve a principal oportunidade. Aos 11 minutos, após cruzamento para a área, Maxwell cabeceou no canto esquerdo de Elton Leite, que fez uma boa defesa para evitar o gol. Depois disso, o jogo seguiu sem grandes oportunidades. O Vila teve dificuldade para criar e terminou a partida sem conseguir levar perigo ao gol adversário.

Guto Ferreira só mexeu na equipe nos minutos finais. Aos 38, Marquinhos Gabriel, Everton Galdino, Janderson e André Luís deixaram o campo para as entradas de Dodô, Nathan Camargo, Urso e Puskás.

Ficha técnica:
Operário 0 x 0 Vila Nova
24ª rodada da Série B
Data: 23 de agosto de 2026
Horário: 18h
Local: Estádio Germano Krugger.
Árbitro:Lucas Guimaraes Rechatiko Horn (RS)
Assistentes: Maira Mastella Moreira e Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Quarto árbitro: Cristian Emanuel Rocha Lima (PR)
VAR: Leonardo Rotondo Pinto (MG)
Cartões Amarelos: Pablo, Maxwell, Moraes (OPE); Dudu, João Vieira (VNFC)
Operário:Elias, Maguinho, Cuenú, Joseph, Moraes Jr, Matheus Trindade, Vinicius Diniz, Maxwell (Mingotti), Berto (Aylon), Angelo Torres (Beto Paraíba), Pablo (Caio Dantas).
Técnico: Luizinho Lopes.
Vila Nova: Helton Leite, Hayner, T. Pagnussat, Breno Bora, Higor Luiz; Dudu, João Vieira, M. Gabriel (Dodô); Galdino (Nathan Camargo), Janderson (Urso), André Luís (Puskas).
Técnico: Guto Ferreira.
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Veja como foi: Operário-PR 0 x 0 Vila Nova – 24ª rodada da Série B

Depois de um início de segundo turno abaixo das expectativas, o Vila Nova chega embalado para enfrentar o Operário neste domingo (23), às 18h, no estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, no Paraná. O time colorado venceu os dois últimos jogos, incluindo o clássico contra o Atlético e a goleada por 6 a 0 sobre a Ponte Preta, e agora busca manter a reação na briga pelo acesso. Confira aqui as informações da partida.

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Assista pela transmissão do Canal Goat. Acompanhe o EG também nas redes sociais: Facebook, Threads, Bluesky, Twitter, Instagram e Youtube.

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Rally dos Sertões 2026 começa em Goiânia com primeira etapa de 650Km

Foto: Sertões

O Rally dos Sertões 2026 começou neste domingo (23), em Goiânia. A largada aconteceu em área montada próximo ao Autódromo Internacional de Goiânia, dando início à primeira etapa, com 650 quilômetros até Cavalcante, no norte de Goiás.

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Autódromo de Goiânia está fechado

Na véspera, no sábado (22), os pilotos participaram do Super Prime. A disputa, em circuito fechado, definiu a ordem de largada dos competidores mais bem colocados.

Ao todo, o rally terá oito etapas e quase 4 mil quilômetros de percurso. Depois de Cavalcante, a competição segue para Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. O roteiro ainda passa por Minaçu, Niquelândia e Goianésia, antes da chegada em Goiânia, no próximo domingo (30).

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A etapa de segunda-feira (24) terá 635 quilômetros, entre Cavalcante e Luís Eduardo Magalhães. A prova retorna a Goiás na reta final, com a largada em Goianésia antes da chegada na capital.

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Pela Superliga D1, Goiás FA é derrotado pelo Rondonópolis Hawks fora de casa

Foto: REPRODUÇÃO/HAWKS

O Goiás FA perdeu para o Rondonópolis Hawks por 52 a 0 neste domingo, dia 23, no estádio da Vila Aurora, em Rondonópolis, no Mato Grosso. A partida foi válida pela terceira rodada da Superliga D1, na região Centro-Oeste.

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O Rondonópolis Hawks mantém a invencibilidade na competição e lidera a divisão Centro-Oeste. Na estreia, o Goiás FA havia sido derrotado pelo Tubarões do Cerrado por 21 a 0, em Brasília. Na segunda rodada, a equipe goiana venceu o Cuiabá Arsenal por 14 a 0, em casa.

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O Goiás FA encerra a primeira fase no dia 12 de setembro, contra o Tubarões do Cerrado, em Goiânia. A equipe ainda busca a classificação para os playoffs.

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