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sábado, fevereiro 21, 2026
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Focados em desenvolver vôlei de praia no Estado, goianos participam do nacional

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2017/2018 começa na próxima semana. Do dia 13 até o dia 17 de setembro, o Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande/MS, receberá a primeira das sete etapas do nacional. E o Estado de Goiás será representado por duas duplas masculinas: Hugo Zayek/Fabiano e Lyan/Leandro.

As equipes goianas irão participar do qualifying, na quinta-feira. As oito melhores da fase classificatória avançam para o torneio principal, juntando-se às 16 principais duplas do ranking, incluindo Alison/Bruno Schmidt (campeões olímpicos), Álvaro Filho/Saymon e André/Evandro.

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Atleta desde 2012, Hugo Zayek, de 33 anos, lembra o começo no vôlei de praia e aponta evolução na modalidade no Estado. “Com os bons resultados que vieram nos torneios menores, comecei e me dedicar para o circuito. É uma escalada de ranking (atualmente, na 30ª posição) e Goiás está começando agora. Estamos crescendo. Antes tinha apenas uma dupla e na próxima etapa já teremos duas duplas goianas, que são frutos do projeto (Goiás Vôlei de Praia). O apoio está existindo, o vôlei está ganhando visibilidade e com o surgimento de mais quadras, aumenta o interesse pela modalidade e também o número de praticantes”.

Goiás Vôlei de Praia

O GVP surgiu pensando em profissionalizar a modalidade no Estado. Fabiano Souza é um dos participantes do projeto, que está sendo desenvolvido na Arena Gym, no Setor Aeroviário, em Goiânia. Levantador e capitão do Clube Jaó/Universo, vice-campeão da Superliga B, o atleta lembra as dificuldades e detalha o planejamento.

“É um projeto novo, com cerca de um ano de duração. É cedo para falar que chegará nas cabeças, para disputar com os campeões olímpicos, por exemplo. Temos empenho, dedicação e muita responsabilidade. No momento, o resultado em si não é tão importante para o projeto. O principal é capacitar atletas, pessoas para desenvolver o vôlei de praia e isso virar rotina em Goiás. Sempre foi complicado, pela falta de locais, de pessoas especializadas”.

O pensamento em médio/longo prazo também é compartilhado por Hugo Zayek, que acredita que o esporte pode ser usado como fundamental na educação de crianças e jovens. “Pensava que para Goiás crescer no vôlei de praia precisava de um tripé: material humano, incentivo e vontade. Estamos começando a ter material humano no Estado, além de força de vontade, incentivo do governo e da iniciativa privada. Com o legado olímpico, temos de continuar crescendo e seguir fomentando a modalidade”.

Vitor Monteirohttps://esportegoiano.com.br/
Jornalista formado pela UFG (Universidade Federal de Goiás). Co-fundador do site Esporte Goiano e repórter da TV Record Goiás. Trabalhou também na Conmebol TV, CBF TV, Dazn, SportyNet, Canal Nosso Futebol, TV Brasil Central, Rádio Positiva FM. Rádio Universitária 870 AM, TV UFG, Rádio 730/Portal 730, Rádio e TV Sagres, jornal O Popular, MyCujoo, Eleven Sports, CBDU e Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) de Goiás.
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