Valber Mendes: Mantendo Goiás em alto nível no futebol digital

(Foto: Arquivo Pessoal)
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O ano de 2017 se encerrou. Um ano que serviu para evidenciar ainda mais os esportes eletrônicos em qualquer âmbito, principalmente no regional. Seja no League of Legends, onde o jogo foi acrescido como modalidade nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) em sua última edição, realizada em Goiânia. Seja no futebol digital, onde o goiano Valber Mendes voltou a ter um bom ano no cenário nacional e manteve Goiás em evidência na modalidade.

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Valber, que é jogador de futebol digital profissionalmente e apaixonado pelos games da área desde criança, também destacou o progresso vivenciado pelos esportes eletrônicos. O ciberatleta de 25 anos, evidenciou tal evolução com a própria aproximação dos clubes brasileiros com os praticantes da modalidade.

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“A evolução do futebol digital é nítida. Dá para reparar até que os clubes brasileiros estão cada vez mais próximos dos jogadores do futebol virtual”, destacou.

A temporada 2017 para Valber

O ciberatleta, relatou que 2017 não foi do jeito esperado, mas não deixou de ser um ano ótimo para ele. Dentre os resultados de Valber Mendes durante o ano, se destacam o quarto lugar no Campeonato Brasileiro da Confederação Brasileira de Futebol Digital e Virtual (CBFDV) e o vice no E-Brasileirão. Este último foi de maior destaque para o jogador, que valorizou muito sua campanha feita com o time do Atlético Goianiense.

“Meu ano de 2017 não foi como imaginei, mas foi ótimo. Fiquei em quarto lugar no Brasileiro da CBFDV e outros bons resultados. E por fim o E-Brasileirão, que foi uma surpresa, principalmente por ter chegado na final com o time do Atlético, que é um dos mais fracos do jogo. Achei que eu nem fosse passar da fase de grupos, onde enfrentei o “GuiFera”, campeão mundial, e consegui sair com a vitória”, destacou Valber.

(Valber em ação pelo E-Brasileirão 2017)

Mesmo não jogando com o melhor time da plataforma, Valber conseguiu adotar uma estratégia eficiente para chegar às vitórias. A postura de manter a posse, no maior tempo possível, para controlar o jogo deu certo. Na final, no entanto, prevaleceu a superioridade do time do Cruzeiro, comandado por Henrique “Henrykinho” Mesquita.

“A minha estratégia principal foi segurar a bola, já que eu não podia deixar o adversário dominar. Assim eu conseguia controlar o jogo, mas foi uma missão super difícil. A derrota na final foi mais por causa da diferença dos times, afinal, o Cruzeiro é um dos melhores brasileiros no jogo. Tentei jogar de igual para igual mas não deu. Mesmo assim saí super feliz com a segunda colocação”, pontuou o ciberatleta.

Família e objetivos pessoais

Mesmo sendo uma área de cada vez mais destaque pelo mundo, ser ciberatleta ainda é complicado. Muitos obstáculos aparecem, seja até mesmo receio ou preconceito de familiares. Valber, felizmente, não passou essa dificuldade dentro de casa. Pelo contrário: é de lá que vem seu principal incentivo.

(Valber como representante brasileiro no Mundial de PES 2014)

“Meus familiares me dão o maior apoio. Minha mãe mesmo é quem mais me apoia em tudo. Quando eu fico um dia sem treinar, ela acaba brigando comigo, mandando eu treinar para conseguir melhores resultados”, revelou.

Em 2014, Valber Mendes vivenciou sua maior alegria dentro de sua profissão. O ciberatleta de PES foi o representante brasileiro no mundial da categoria. Na ocasião, o goiano acabou sendo eliminado pelo grego Anastasis Pappas, que viria a ser o campeão, nas quartas de final. Para o jogador brasileiro, representar seu país mais uma vez na competição é o seu principal objetivo no momento.

Além disso, em 2018 o atleta já tem pretensões de disputar a Copa do Brasil online e a Campeonato Brasileiro da CBFDV. Ambas as competições ainda não tem suas datas definidas.

PES ou FIFA?

A clássica pergunta realizada para todos os apaixonados pelos jogos de futebol também foi feita para o profissional. De acordo com ele, a paixão pelo Pro Evolution Soccer (PES) vem desde pequeno, quando Valber ainda jogava em seu Playstation 1 e o jogo ainda se chamava Winning Eleven. O ciberatleta revelou também tentar jogar o concorrente, mas um fator faz a diferença.

“Essa é uma pergunta difícil (risos). Mas eu prefiro o PES, que jogo desde o Playstation 1, desde a época do Winning Eleven, até virar o Pro Evolution Soccer. Depois de 2014 eu sempre tento jogar o FIFA, mas o PES ganha pela emoção dentro do jogo. Mas isso é gosto, muito difícil discutir, igual política (risos)”, relatou Valber Mendes.

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