O técnico do Vila Nova, Umberto Louzer, reconheceu que o Tigre deixou a desejar no clássico contra o Goiás. Para o comandante, a equipe não fez uma na derrota por 1×0 na Serrinha e deixou visível que é preciso melhorar. Apesar das críticas, o professor trabalha no discurso que não há “terra arrasada”.
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“Lamentamos o resultado, ainda é um início de temporada, deixamos de contar com um bom atleta que foi o Marquinhos. O que foi determinante para nós foi a dificuldade de interpretar o jogo. Não é fácil ser derrotado em um clássico, nós precisamos evoluir, e a derrota acende ainda mais isso. Mas, não tem euforia quando se vence, e também não tem terra arrasada quando se perde. Claro que nos incomoda e muito, quem aceita perder não pode fazer parte dessa família. É assim que eu trabalho, estamos todos indignados, o clássico tem um peso maior, tem que sangrar e cicatrizar o quanto antes. É lamber as feridas para que nesta semana possamos dar a volta por cima. Melhorar o que tem que ser melhorado, para que a gente entre forte nesta reta final, a partir de agora não se pode errar mais.”
O Tigre perdeu a liderança para o próprio Goiás, com a derrota. Agora é o segundo colocado com 15 pontos, dois a menos que o rival. Na próxima rodada, a última da primeira fase, vai encarar a Jataiense, às 16h, no OBA. Esse foi o segundo clássico em que o clube saiu perdedor, antes, foi superado como mandante, pelo Atlético-GO por 2×1.

