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sábado, julho 13, 2024
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Presidente da Aparecidense comemora mudança na Série C: “Levantei essa bandeira”

O presidente da Aparecidense, Elvis Mendes ,está satisfeito com o novo formato da Série C do Brasileirão. Ele foi um dos dirigentes que votaram a favor da mudança, em um ano que o Camaleão disputará o campeonato pela primeira vez.

“Eu fui um dos presidentes que levantou essa bandeira. Temos um grupo de Whatsapp com os vinte presidentes, fizemos duas reuniões antes dessa da CBF, pois queríamos chegar lá, bem ajustados mo que queríamos e fui um dos que levantei a bandeira dos pontos corridos. Na verdade, queríamos ida e volta como acontece nas Séries A e B do Brasileirão. Mas tínhamos 99% de certeza que a CBF não iria aceitar pela questão dos custos, que aumentam muito”, disse o presidente.

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O dirigente revela que com a ideia inicial de pontos corridos em dois turnos com uma chance muita pequena de ser aprovada, a solução foi de fazer em apenas um turno, como forma justa de disputa.

“Então o nosso plano B era esse, já que não pode ser de ida e volta, vamos com turno único mas que seja entre os vinte. É como falei pro presidente da CBF em oportunidade que tive na reunião que se colocasse seria um grande avanço. Fica uma disputa mais igual e mais justa. Sempre que você tem dois grupos de dez equipes, você estará favorecendo alguns, um grupo fica mais forte que o outro. A CBF fez um esforço grande e eles podem fazer isso, então foi muito legal e do jeito que a Aparecidense queria”, explicou o dirigente.

Elvis relatou a dificuldade de aprovação da mudança devido a oposição dos gestores dos times da região Nordeste do país.

“O pessoal do Nordeste tem muito esse bairrismo e eles queriam que fosse dois grupos, porque é o grupo do Nordeste. Realmente tem um grupo só deles e do Norte, então foi muito difícil de convencer alguns, porque o pessoal da região nordestina não queria”, ressaltou o gestor.

O representante do Camaleão, ainda se diz muito contente com o baixo gasto por parte da equipe na competição. A boa notícia para os clubes é que a maior parte dos custos será arcada pela CBF.

“Vão custear tudo, eles custeiam tudo dentro do hotel. Quando você vai fazer uma refeição no aeroporto eles não pagam, mas 90% sim, as viagens as passagens, o hotel e refeições dentro dele” disse o profissional.

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Eduardo Vilarins
Estudante do 5º período de jornalismo na Faculdade Metropolitana de Anápolis (FAMA) Produtor de jornalismo na Fundação Frei João Batista Vogel Estagiário no Esporte Goiano
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