Menos de três meses após a reinauguração do Autódromo Internacional Ayrton Senna, o Governo de Goiás anunciou nesta quarta (4), que toda a capa asfáltica da pista será substituída. A intervenção será realizada pela empresa responsável pela obra, dentro da garantia contratual e sem custos para o Estado.
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Dessa forma, a decisão ocorre após uma série de questionamentos envolvendo o novo pavimento. Anteriormente, durante a etapa da MotoGP, disputada em março, um buraco na pista provocou atrasos na programação do evento. Já a corrida principal precisou ser encurtada por causa de problemas relacionados ao asfalto. Por outro lado, na Stock Car, pilotos também relataram dificuldades e fizeram críticas às condições do circuito.
Assim, segundo o secretário estadual de Esporte e Lazer, Wellington Peixoto, o governo optou por exigir a substituição completa da pista mesmo após os apontamentos estarem concentrados em um trecho específico. “Mesmo que a gente saiba que foi pontual, nenhum problema em curva, exigimos, através do governador Daniel Vilela, que fosse toda a pista feita novamente”, afirmou. Em conclusão, o secretário também explicou que a empresa atribuiu o problema a uma questão ligada ao processo de cura do asfalto. “Falou que foi um processo de cura, que não foi o tempo suficiente.”
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Por fim, a presidente da Agência Goiana de Infraestrutura (Goinfra), Eliane Simonini, ressaltou que a troca será realizada sem novos gastos públicos. “A pista está em um processo de garantia e, como está em garantia durante cinco anos, qualquer problema que tiver a empresa responsável é acionada. O Estado não vai gastar nenhum centavo com essa substituição da pista”, disse. A previsão é que os trabalhos comecem em julho e que o autódromo volte a receber competições motorizadas a partir de outubro.
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