O diretor de futebol do Goiás, Michel Alves, afirmou após a derrota para o Criciúma por 1×0, neste sábado (15), que vai à CBF realizar uma reclamação formal, contra o árbitro Lucas Paulo Torezin (PR). O dirigente pontuou que o Verdão foi prejudicado em dois lances “cruciais” na partida, que contribuíram para a derrota.
Um deles foi um possível pênalti em cima de Wellignton Rato, no segundo tempo, onde o jogador foi derrubado na entrada da área. O VAR não entrou em ação.
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“Você pega o lance no Rato, o jogador do Criciúma faz a falta e assumiu, mas porque o árbitro não deu? Ele estava longe, sentiu a perna e estava se protegendo, ele estava mancando, ficou na zona neutra do jogo. Pela experiência que tem, ficou cadenciando e controlando o jogo, e isso ficou caro para o Goiás. Não quero benefício, e sim isonomia, ele teve dois lances capitais que prejudicaram o Goiás. E agora o que acontece? Nada, ele vai para casa, faz o gelo na perna e o problema fica com nós. Vamos fazer uma representação junto à CBF por esses dois lances capitais.”

Expulsão que não ocorreu?
Além do pênalti, Michel reclamou da não expulsão de Otero em um pisão realizado sobre o zagueiro Ramon Menezes. O meia do Criciúma fez a falta por trás, em um lance de disputa de bola no sistema defensivo.
“Vou deixar claro a nossa manifestação sobre a arbitragem. Nós perdemos o jogo com cinco minutos que não entramos bem, no segundo tivemos boas chances e não fizemos. Mas, fica a questão, porque o árbitro não deu o segundo amarelo no Otero? Porque ele não viu, nem o quarto árbitro, nem os bandeiras. Então o que eles estão fazendo no jogo? Trabalhamos, dedicamos, os atletas se empenham, para chegar no jogo e ocorrer isso. No jogo contra o Londrina foram oito minutos para ver se for o gol ou não. Qual a justificativa para isso? Não temos que criar uma narrativa para proteger isso.”


