‘Descentralização’ motivou aumento de clubes no Goianão, diz Pitta

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O Conselho Técnico da Federação Goiana de Futebol (FGF), realizado nesta segunda-feira (6), não trouxe novidades para o Estadual do próximo ano, mas apresentou uma grande mudança para o Goianão de 2019.

O torneio será jogado por 12 equipes em vez das dez atuais. Além disso, será adicionada a fase de quartas de final, a ser jogada entre a fase de classificação e as semis.

A proposta de alteração foi sugerida pela Aparecidense e acatada pelos outros integrantes. Segundo o presidente da FGF, André Pitta, a medida foi apresentada para dar representatividade a outras regiões do estado.

– O aumento de dois participantes é para tentar descentralizar um pouco o Campeonato Goiano. Estamos com três clubes da capital, três de Anápolis, que é praticamente vinculada à Grande Goiânia, mais a Aparecidense. Estamos com 70% dos clubes vinculados diretamente à capital. É bom que a gente consiga chegar um pouco mais longe, atingindo o interior – argumentou o dirigente em entrevista à Rádio Manchester.

O cartola da entidade máxima do futebol goiano também acredita que competição vai se valorizar. “Não por ter mais dois clubes, mas pela fórmula de disputa, passando a ter uma fase intermediária antes da semifinal. Acho que pode se transformar em um campeonato muito forte em 2019”, afirmou.

Ajuda de custo

Além das datas reduzidas por conta da realização da Copa do Mundo, Pitta disse que a situação financeira dos clubes é outro ponto preocupante para o próximo ano. Por isso, conforme o presidente, a FGF continuará contribuindo com auxílio de custo operacional durante o Goianão.

– Vamos atrás de tudo que é possível para ajudar a custear as despesas dos clubes. Queremos que eles se preocupem mais em montar as equipes e fazer um bom campeonato – explicou.

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